Fiscais cometem erros em grande parte das autuações.
Descubra como recorrer para anular cobranças abusivas e reverter penalidades que podem comprometer o seu negócio antes que o prazo expire.
Você dedica anos da sua vida estudando, investe pesado para abrir sua farmácia, clínica ou consultório, e foca diariamente no atendimento aos seus clientes. Até que, em uma fiscalização surpresa, você recebe um Auto de Infração da Vigilância Sanitária (VISA) ou uma notificação do seu Conselho de Classe (CRF, CRM, CRO, etc.).
A sensação imediata é de profunda injustiça e ansiedade. Afinal, o peso da burocracia governamental assusta quem apenas quer trabalhar em paz.
E para piorar, muitas vezes você ainda precisa lidar com o julgamento de pessoas dizendo que “se fez tudo certo, não teria sido autuado” ou “a Vigilância não erra”.
Mas a verdade técnica e legal é uma só: a Vigilância Sanitária e os Conselhos cometem erros frequentes de autuação. Neste artigo, os especialistas da Brum Consulting vão mostrar o que você deve fazer (e o que jamais deve fazer) para anular o auto de infração, proteger a reputação da sua empresa e evitar penalidades graves.
Nós sabemos que a sua maior preocupação não é o papel da notificação em si, mas as consequências dele. O medo de ter a farmácia ou clínica interditada, receber multas altíssimas e recorrentes, ou enfrentar um processo ético-profissional que manche o seu nome na cidade é real e justificado.
Nenhum profissional da saúde quer ser exposto publicamente ou trabalhar com insegurança jurídica. A culpa dessa situação muitas vezes não é sua, mas sim do excesso de regulamentações, normas técnicas confusas (RDCs da ANVISA, Resoluções dos Conselhos de Classe) e falta de orientação clara.
No entanto, procurar culpados agora não resolverá o problema. O foco precisa ser a sua defesa estratégica.

No desespero para não parar os atendimentos ou fechar as portas, muitos profissionais tomam decisões impulsivas. Cuidado para não agravar sua situação com estas atitudes:
Muitos profissionais têm medo de recorrer achando que vão “comprar uma briga” com o fiscal. Mas apresentar uma defesa não é um ato de rebeldia, é um Direito Constitucional seu (Art. 5º da CF/88). É o princípio do contraditório e da ampla defesa. Você tem o direito de questionar e apresentar suas provas antes de qualquer penalidade ser incluída no seu histórico.
Para reverter um Auto de Infração, a Brum Consulting atua em duas frentes com inteligência jurídica e sanitária:
Protocolamos um recurso técnico diretamente no órgão autuador (ANVISA, VISA local ou Conselho). O objetivo é demonstrar as nulidades do auto de infração, buscar o arquivamento do processo ou, em último caso, converter multas pesadas em advertências leves.
Se o órgão administrativo for abusivo, levamos o caso ao poder Judiciário. Com ações rápidas, conseguimos liminares para suspender a cobrança da multa, impedir a interdição da sua empresa e garantir que você continue atendendo seus clientes.
Os órgãos fiscalizadores não aceitam desculpas genéricas. Uma verdadeira defesa estratégica, como a construída pela nossa equipe, divide-se obrigatoriamente em duas frentes: a defesa de fato (provas técnicas da sua operação e rotina) e a defesa de direito (as brechas legais e normativas sanitárias). Sem essa combinação, a sua defesa será sumariamente rejeitada.
Com mais de 20 anos de experiência comprovada e atuação em todo o território nacional, a Brum Consulting não faz testes com a sua carreira. Nós analisamos o seu Auto de Infração de forma personalizada, identificamos as falhas do fiscal e construímos uma blindagem sólida.
É comum pensar: “Isso vai sair muito caro” ou “Já estou no prejuízo”. Mas coloque na ponta do lápis: qual é o custo de ter o seu alvará de funcionamento suspenso? Quanto custa um processo ético que ameace a sua licença e reputação?
O nosso objetivo na Brum Consulting é absorver todo esse estresse burocrático e blindar o seu negócio. Deixe as normativas, os prazos e as complexidades técnicas conosco, para que você possa voltar a focar naquilo que realmente importa: cuidar dos seus pacientes e clientes e fazer a sua empresa crescer em paz.
As penalidades não esperam. Geralmente, você tem um prazo de apenas 10 a 15 dias para apresentar sua defesa após a autuação. Cada dia perdido é um risco maior.

A Brum Consulting é a parceira estratégica para o crescimento seguro e sustentável de empresas do setor de saúde e outros segmentos que dependem de autorizações e registros junto à órgãos reguladores, com mais de 20 anos de excelência em consultoria técnica.
Nossa equipe multidisciplinar oferece soluções especializadas para garantir a conformidade regulatória, sanitária e o sucesso do seu negócio perante órgãos como ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), CRF (Conselho Regional de Farmácia), MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e Polícia Federal.
Guiados pela ética e inovação, transformamos desafios em oportunidades, fornecendo um portfólio completo de consultoria para o mercado de saúde e outras empresas reguladas, que vai desde o licenciamento inicial, vendas (online e presencial), defesas administrativas, medidas judiciais, treinamentos customizados e análises estratégicas para maximizar seus resultados.

Não. Este é o erro mais comum. Ao pagar a multa, você está, perante a lei, confessando a infração. Isso significa que o erro fica registrado no seu histórico e você se torna reincidente, o que multiplica o valor de futuras multas e aumenta o risco de interdição.
Na maioria dos casos, o prazo para apresentar a Defesa Administrativa é de 10 a 15 dias a partir da lavratura do auto. Se você perder esse prazo, será julgado à revelia. A ação rápida da equipe da Brum Consulting é crucial neste momento.
Sim, se o fiscal alegar “risco sanitário iminente”, ele pode aplicar uma interdição cautelar no ato da visita. No entanto, através de medidas judiciais de urgência, nossa equipe trabalha para reverter o fechamento e garantir o retorno das suas atividades.
Não é recomendado. Defesas em Conselhos de Classe e Vigilância Sanitária exigem conhecimentos jurídicos específicos de Direito da Saúde. Uma defesa baseada apenas em ofícios genéricos geralmente é rejeitada por falta de embasamento de “fato e de direito”.
Dependendo da gravidade, as penalidades variam desde censura confidencial até a cassação definitiva do registro. É um cenário muito sério para ser tratado sem o suporte de uma consultoria com experiência nacional e especializada em profissionais da saúde.
